Nosso trabalho foi muito bom, com troca de experiências e um ótimo relacionamento entre formandos e formadora.
Nossas dúvidas foram condizentes com nosso desempenho, porém foram sanadas com o esforço da formadora e de nossos colegas."
Este blog servirá para relatar as atividades desenvolvidas no GESTAR II, em Teixeira/PB, nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – GESTAR II Língua Portuguesa
Coordenação Local: Alan José
Professor-formador: Maria Madalena de Oliveira Amorim
E-mail: man.da.0@hotmail.com
Municípios: Teixeira – Paraíba
Relatório VIII - Em: 22/11/09
RELATÓRIO REFLEXIVO DAS UNIDADES 23 E 24 DA TP6
Teixeira/PB, 22 de Novembro de 2009
Maria Madalena de Oliveira Amorim
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – GESTAR II
Língua Portuguesa Coordenação Local: Alan José
Professor-formador: Maria Madalena de Oliveira Amorim
E-mail: man.da.0@hotmail.com
Municípios: Teixeira – Paraíba
Relatório VIII - Em: 22/11/09
No dia 22 de novembro, Segunda-feira, período matutino, o grupo de professores cursistas e a professora formadora reuniram-se para discutirem e refletirem juntos alguns aspectos do trabalho com a argumentação e o Processo de Produção Textual: Planejamento e escrita.
O grupo tem demonstrado muito interesse e envolvimento nas oficinas e isso nos estimula para a continuidade do trabalho. Iniciamos nosso encontro com uma mensagem de Rubens Alves, “O ato de educar”. Nesse momento, procuramos pensar um pouco em relação à ideia que a mensagem nos passa. Assim direcionei uma discussão acerca do ato de educar no sentido de levá-los a perceber que ele perpassa o trabalho com o desenvolvimento das habilidades e competências no processo ensino-aprendizagem.
Após essa reflexão, passamos a discutir os objetivos das unidades em estudo. Daí, retomamos o conceito de argumentação de forma geral, baseado nos autores citados na TP, assim como outros, citamos abordagens trazida por KOCH , I. G. V. (Discurso e Argumentação. Argumentação e Linguagem, 1984), (A articulação entre orações, 1995), (O texto e a construção de sentidos,1997). Após essa sistematização, propus a realização da leitura do texto “Argumentação” do “Ampliando nossas referências”- Adaptado de Platão e Savioli, F &Fiorin, J.L. Lições de texto: leitura e redação. São Paulo: Ática, 1996. Em grupo, fariam algumas abordagens voltadas para essa leitura com base nas questões propostas. Essa atividade tinha como objetivo levá-los a refletir sobre o aspecto da argumentação e perceber como são construídos os tipos de argumentação. Fizeram e socializaram para os demais, assim foi-se consolidando o conceito e a importância desse na produção de textos argumentativos.
Ainda dando sequência, para ficar mais claro toda essa discussão sobre argumentação, destacamos em slide alguns aspectos das unidades em estudo, sempre exemplificado com as atividades trazidas pela TP. Nesse momento, exploramos bem a importância de um planejamento em todas as ações pedagógicas, principalmente quando o assunto é a leitura e escrita (a produção de texto), ou seja, toda uma sequência didática. Assim, os cursistas puderam perceber que toda e qualquer atividade deve passar por um criterioso planejamento . A socialização envolvendo as atividades referentes ao TP – 6 foi de grande interesse todos participaram das atividades, deixando claro que estão maravilhados com o programa. Nesse mesmo momento da oficina, passamos as nossas reflexões para a socialização das práticas desenvolvidas pelos cursistas em suas salas, desta forma os cursistas mostram-se orgulhosos em debater e divulgar as habilidades de seus alunos em sala de aula.
A professora Anna Dorys deixou claro que entro-se orgulhosa com seus alunos por desenvolveram tão bem as atividades, em seguida a Professora Aparecida (Cidoca)destacou o quanto ela sente satisfação em produzir estas atividades.
Essa aplicação teve um bom número de cursistas envolvidos.
No momento de avaliação, os relatos em relação a formação continuada do Gestar é bem positiva, o que no início era tido como uma certa imposição, hoje há um envolvimento por prazer no programa, os cursistas procuram cumprir com todas as orientações repassadas a eles e a cada encontro nas oficinas. Isso fica claro nas colocações feitas. Há um pedido de continuidade de acompanhamento para que as discussões possam ser retomadas no próximo ano e que outras atividades venham a ser desenvolvidas com os alunos e que essas tivessem um momento para discuti-las numa oficina de formação.
Ao finalizar, agradeci a presença e envolvimento de todos e encaminhei o estudo para próxima oficina: O processo de produção textual: revisão e edição, Literatura para adolescentes. Beijos. Até logo!
Teixeira/PB, 22 de Novembro de 2009
Maria Madalena de Oliveira Amorim
Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – GESTAR II Língua Portuguesa
Coordenação Local: Alan José
Professor-formador: Maria Madalena de Oliveira Amorim
E-mail: man.da.0@hotmail.com
Município: Teixeira – Paraíba
Relatório VIII - Em: 03/11/09
RELATÓRIO REFLEXIVO DAS UNIDADES 03 E 04 DA TP1 INTERTEXTUALIDADE
Neste Segundo momento(Tarde), iniciamos discutindo o que seria a intertextualidade no sentido da palavra, em seguida estudamos os dois tipos sugeridos no livro TP1: a paráfrase e a paródia.
Na sequência, foram apresentadas as oficinas da TP1, momento em que os cursistas falaram de seu trabalho "Avançando na Prática", nos relatando os resultados obtidos com seus alunos. Sobre a norma Culta, assuntos das unidades foram lidas bem como algumas produções de textos, onde os alunos, libertos dos medos e inibições falaram a respeito do tema proposto no TP; segundo relatos dos professores. De maneira que ficou claro que os alunos foram bem incentivados por seus professores quanto a escrita e a oralidade.
Sobre a Intertextualidade, voltamos com os trabalhos com paródias musicais, contos de fadas e textos diversos. Em ambas as transposições ficou visível a satisfação com que as atividades foram realizadas pelos alunos, bem como a relação de amizade professor/aluno partilhando das mesmas ideias.
Dando sequência , iniciamos a leitura da unidade 01, reflexões e dúvidas foram colocadas, culminando com o video “Chico Bento – Na Roça é Diferente”; boa ilustração para a variação linguística, objeto de nossa conversa inicial.
Também para ilustrar, vimos o texto “O assalto” com a professora Erika, que é sem dúvida uma boa aula de gramática dentro da comunicação diária – acertos e desacertos linguísticos na linguagem coloquial e culta, boa referência para a unidade 02.
Para finalizar, uma boa receita mineira para acalmar os ânimos: "Moi di repoi nu ai e iói", realmente bom. Bão dimais sô!
INGRIDIENTI:
5 denti di ái
3 cuié di oi
1 cabêsss di repôi
MODI FAZÊ:
Casca o ái, pica o ái i soca o ái cum sá. Quenta o ói na cassarola i foga o ái socado no ói quentim. Pica o repôi beeemmm finim. Foga o repôi no ói quentim junto cum o ái fogado. Põim a mastumati i méxi cum a cuié pra fazê o môi. Sirva cum róis i meléti. Isso é bom dimais da conta sô.
Abraços apertados...
Nasci em 22 de março de 2009, um dia onde se comemora o Dia Mundial da Água. O mais velho de três irmãos.
Tive uma infância muito boa, onde guardo lembranças de muita alegria, muito carinho, muito amor...
Meus pais sempre trabalharam muito... meu pai é motorista de caminhão e minha mãe é professora, talvez a grande responsável por eu gostar tanto de trabalhar na EDUCAÇÃO.
Comecei minha vida estudantil aos 6 anos, na antiga alfabetização, em uma escola estadual. Nesta escola, a lembrança mais forte que tenho com relação leitura, foi na antiga 1ª série. Lembro que, na época, as turmas de 1ª série eram divididas em 1ª série Promoção (para os alunos mais adiantados) e 1ª Série Atrasada (para os alunos mais atrasados). Não recordo qual das duas fui classificado. Embora já tivesse acabado o tempo da palmatória, minha professora quebrou muitas réguas em minhas pernas para eu me sentar. Nunca aguentei ficar muito tempo sentado, até hoje. Recordo, ainda, que a gente para ser aprovado tinha que fazer um Teste de Leitura, com outra professora, no pátio da escola. Quando acabei de fazer o teste que voltei para minha sala minha professora perguntou se eu tinha sido aprovado e respondi que não. Não tinha ideia do que era “aprovado” ou “reprovado”. Ela se assustou, porque eu era um dos alunos mais adiantados da sala. Foi perguntar a outra professora e ela disse que eu havia sido aprovado sim. Apenas eu e outra colega havíamos sido aprovados no Teste de Leitura, de nossa turma.
Continuei nesta escola até a 3ª Série. A partir da 4ª Série fui estudar em uma escola municipal que só tinha dois anos de funcionamento, era tudo novo, o que me estimulava a estudar cada vez mais.Já a partir da 4ª série tinha um professor para cada disciplina. Gostava muito de ler, sempre participava dos eventos realizados na escola, adorava um "movimento".
Nunca o fui o primeiro da sala, mas até a 7ª série nunca tinha feito prova final. Foi na 7ª série que perdi um pouco o estímulo pelos estudos. No meio do ano letivo, a escola entrou em greve, passado alguns dias sem aula, fui transferido para uma escola estadual, para não perder o ano. Na 8ª Série, voltei para a escola anterior, onde conclui o Ensino Fundamental.
O Ensino Médio (na época era científico) cursei em uma escola particular, no município vizinho. Foi nesta época, com tantas cobranças para o vestibular, que comecei ver a importância da leitura. Até então, lia com prazer, mas não fazia ideia da grande importância que era ler.
No 3º ano, no meio do ano letivo, comecei a dividir o tempo entre estudo e trabalho.
Minha vida acadêmica começou, na cidade vizinha, com o curso de Letras, gosto muito da área de Língua Portuguesa. Quando cursava o 3º semestre, fui selecionado, para coordenar o Programa Alfabetização Solidária, em meu município. Fazia os cursos de capacitação no Rio Grande do Sul. Foi aí que me apaixonei pelo curso de Pedagogia e que comecei um grande trabalho com leitura e escrita.
Abandonei o curso de Letras, fiz outro vestibular. Passei para Pedagogia. Neste tempo, trabalhei, durante o dia, como agente administrativo em uma escola municipal, como professor de Ed. Artística e Inglês para alunos da primeira fase do Ensino Fundamental em uma escolar particular, além de coordenar o Programa Alfabetização Solidária e cursar a faculdade, à noite.
Não consegui mais me desligar da área da EDUCAÇÃO. Concluído o curso, assumi a coordenação pedagógica de uma escola particular. Iniciei a pós em Psicopedagogia, mas nunca consegui entregar a monografia para concluir o curso, por falta de tempo. No município, sou concursado com agente administrativo, mas já exerci a função de diretor adjunto, diretor escolar, professor. Atualmente estou exercendo a função de Orientador Pedagógico, além de ser tutor de Alfabetização e Linguagem do Programa de Formação Continuada para Professores das Séries Iniciais – Pró-Letramento, e Coordenador Pedagógico do Gestar II. Recentemente concluir um curso de aperfeiçoamento para Gestores.
Decididamente, meu trabalho é leitura, é motivar e construir novos leitores...